A conta completa, com os dois lados à mostra: quanto custa cada caminho, o que sobra de patrimônio, e quanto rende o dinheiro que não fica preso no carro.
Tabela FIPE do 0km — preenchido ao escolher um carro acima
Tudo incluso: IPVA, seguro, manutenção
O financiamento é de 48 meses, e a comparação olha os primeiros 18 meses. São prazos diferentes de propósito: ninguém financia carro no prazo de uma assinatura — a parcela ficaria impagável.
Manter os 48 meses é o que torna o desembolso mensal comparável: R$ 4.891 por mês para quem compra, contra R$ 4.279 de assinatura.
Como o financiamento continua depois do mês 18, quem comprou ainda deve R$ 83.377 ao banco. Por isso descontamos essa dívida do valor do carro para chegar ao patrimônio real — não seria honesto contar o carro inteiro como se fosse dele.
Se você igualar os prazos, a conta muda de lado: quitar em 18 meses paga muito menos juros e o carro fica livre. Mas aí o desembolso mensal de quem compra fica bem maior que a assinatura, e a comparação deixa de ser entre iguais. Você pode testar isso ajustando o prazo do financiamento nas premissas.
Ao final de 18 meses, quem comprou tem R$ 44.368 em carro — ilíquido e desvalorizando. Quem assinou tem R$ 63.717 em caixa. E os dois andaram de carro zero o tempo todo.
IPVA, seguro, manutenção e assistência já inclusos na mensalidade. Sem entrada e sem financiamento.
Você devolve a chave — e não corre risco de revenda.
Quem assina não imobiliza a entrada. Descontada a primeira mensalidade — que é paga na hora — o que sobra rende a 1% ao mês durante os 18 meses.
No perfil médio a conta fica perto do empate. A diferença aparece nestes casos — clique para aplicar e ver o resultado mudar.
Combinando mais de um — crédito caro, sem entrada e carro que desvaloriza rápido — a vantagem passa de R$ 19 mil. É o perfil que a assinatura foi feita para atender.